terça-feira, 8 de agosto de 2017

Quem disse NÃO ao Brasil? [18] #MInasGerais Parte 3


Raquel Muniz (PSD)

Nota: Ela ficou nacionalmente conhecida quando, na votação do impeachment, louvou efusivamente seu marido, o então prefeito de Montes Claros (MG), Ruy Muniz, e no outro dia ele acabou preso por corrupção. É médica e está em seu primeiro mandato na Câmara Federal. Seu filho também tem problemas com a justiça. A parlamentar nomeou como assessor um acusado de peculato e de vender carros clonados.

Ela é acusada de desviar dinheiro de entidades assistencialistas e sonegado mais de R$ 200 milhões em impostos. Ela também é acusada de falsidade ideológica. De acordo com a acusação, ela emitia diplomas falsos de pós graduação em uma instituição de ensino onde trabalhava. Seu marido, o ex-prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz, é acusado pela Polícia Federal, de favorecimento ilegítimo a uma clínica pertencente à própria Família Muniz.



Renato Andrade (PP)

Nota: Ocupa o cargo de deputado federal desde janeiro, com a ida do titular Odelmo Leão para a prefeitura de Uberlândia. Está no segundo mandato. É acusado de receber da JBS R$ 630 mil via diretório nacional do seu partido. Além da JBS, Renato Andrade também recebeu R$ 100 mil da construtora Queiroz Galvão e doações, em forma de material de campanha, das construtoras OAS e Odebrech, todas investigadas pela Lava Jato.


Renzo Braz (PP)

Nota: Está no segundo mandato e é formado em Administração de Empresas. Vem de uma família ligada ao ramo de transportes e que há décadas faz parte da política de Minas Gerais. É acusado de receber R$ 600 mil da JBS. Também está entre os deputados que votaram favoravelmente pela punição a juízes e promotores que recorrerem em abuso de autoridade durante as investigações.



Rodrigo de Castro (PSDB)

Nota: Advogado e administrador de empresas, Castro está em seu terceiro mandato na Câmara Federal. É citado na lista da Odebrecht onde teve o codinome de "castor". Também foi acusado de pressionar, junto com outros deputados, um lobista que estava preso, pois tinha o nome na Lista de Furnas. Castro também é acusado de receber R$ 120 mil de empresas como Engesolo e Fidens.


Rodrigo Pacheco (PMDB)

Nota: Embora tenha feito carreira política em Minas Gerais, Pacheco nasceu em Rondônia. É advogado de formação e está em seu primeiro mandato. Também presidiu a OAB/MG. Esteve ausente na votação que salvou Michel Temer de uma investigação. Preside a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal. Foi ele que tirou da pauta a PEC sobre as eleições diretas na Comissão de Constituição e Justiça



Saraiva Felipe (PMDB)

Nota: Está no quarto mandato de deputado federal. Foi ministro da saúde no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Enquanto ministro, cometera uma gafe: Numa reunião do Conselho Nacional de Saúde, na semana anterior, sobre a polêmica decisão do Ministério de, em vez de quebrar a patente da droga Kaletra, apenas negociar com o produtor do remédio, o laboratório Abbott,[1] disse o seguinte:

“ Eu não tenho compromisso com quebra de patente. O Ministério não tem. Se o preço chegar no preço que o laboratório nacional produz, tudo bem. Agora, sem [os testes de] bioequivalência, sem garantia de que eu não vou ter depois os aidéticos na porta do ministério cobrando que os efeitos não são os mesmos, ou a categoria médica questionando isso, eu não hesitaria em negociar.[1]

Com a repercussão negativa do uso do termo "aidéticos", Felipe retratou-se, no dia seguinte, ao diário Folha de S.Paulo. Por meio de sua assessoria, disse que "foi um lapso".[1]

Saraiva também foi acusado de ter assinado, em 2006, livros de contas contendo dados diferentes dos originais de 2004, após o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) ter rejeitado a prestação de contas da legenda no estado.



Tenente Lúcio (PSB)

Nota: Antes de seu primeiro mandato na Câmara, foi três vezes vereador de Uberlândia, inclusive presidindo a Câmara Municipal Local e também foi deputado estadual. Lúcio é acusado de coação de funcionários comissionados para pedir dinheiro. Contra a orientação de seu partido, o PSB (Partido Socialista Brasileiro), Tenente Lúcio votou favoravelmente à reforma trabalhista.


Toninho Pinheiro (PP)

Nota: Depois de cinco mandatos como deputado estadual, está em seu primeiro mandato federal. É conhecido por fazer protestos inusitados no plenário da Câmara. Desde os tempos em que era prefeito de Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e participava como espectador nos congressos mineiros municipalistas, seu jeito simples de se manifestar atraía a atenção. 

O Tribunal de Contas de Minas Gerais detectou irregularidades em procedimentos licitatórios do município de Ibirité referente ao período em que foi prefeito. Foi condenado a pagar multa. Também responde por acusação de peculato.


Zé Silva (SD)

Nota: Agrônomo de formação, está em seu segundo mandato na Câmara. Começou a vida pública como extensionista rural e também foi secretário de estado. É acusado de receber Caixa 2 durante sua campanha para deputado. O parlamentar também foi citado na delação premiada dos irmãos Batista, donos da JBS.

Com informações de Wikipedia, Viomundo, Portal G1, Jornal O Globo (RJ), Passos 24h (MG), Clicfolha.com.br, O Tempo (MG), Limpinho e Cheiroso, Revista IstoÉ, Hoje em Dia, Estado de Minas, Revolução Brasileira, Pascoal on line (MG)

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